Uso clínico
FormatoHeteroavaliativa

Baseada na impressão clínica global do avaliador.

Itens2-3

Geralmente CGI-S, CGI-I e CGI-C/E conforme contexto.

UsoGlobal

Não é específica para um transtorno.

AcessoDomínio público

Escala amplamente disponível para uso clínico e pesquisa.

Quando usar

A CGI resume gravidade e mudança clínica em uma avaliação global.

  • Registrar gravidade inicial de forma padronizada.
  • Acompanhar melhora ou piora ao longo do tratamento.
  • Complementar escalas específicas de sintomas quando se quer uma impressão clínica sintética.
Interpretação

O valor da CGI depende da experiência e consistência do avaliador.

  • Não usar como substituto de escala sintomática específica quando detalhes são necessários.
  • Ancorar a pontuação em funcionamento, risco, sofrimento, sintomas e necessidade de cuidado.
  • Comparar longitudinalmente com cautela quando avaliadores diferentes pontuam o mesmo caso.
Cuidados

A simplicidade da CGI é útil, mas aumenta a dependência do julgamento clínico.

  • Documentar o motivo da nota global em texto breve.
  • Evitar que o número substitua a formulação clínica.
  • Usar em conjunto com medidas específicas quando possível.
Pontos de corte
1–1Normal
2–3Lim?trofe a leve
4–4Moderado
5+Marcado a grave
Referências
  • GUY, William. ECDEU Assessment Manual for Psychopharmacology. Rockville: U.S. Department of Health, Education, and Welfare, 1976.
  • MAPI RESEARCH TRUST. Clinical Global Impressions scale (CGI). Lyon: Mapi Research Trust, 2026. Acessar