Uso clínico
FormatoAutoaplicável

Respondida pela gestante ou puérpera, com apoio se houver limitação de leitura.

Itens10

Avalia a última semana.

PúblicoPerinatal

Desenvolvida para depressão pós-natal, também usada em contextos perinatais.

AcessoCom citação

Reprodução é permitida se a fonte e os autores forem citados.

Quando usar

A EPDS é uma escala de rastreio para sofrimento depressivo perinatal.

  • Triar depressão durante gestação ou puerpério.
  • Apoiar entrevista em pacientes com choro, ansiedade, culpa, insônia, exaustão ou perda de prazer.
  • Repetir quando a avaliação inicial for duvidosa ou quando houver mudança clínica.
Interpretação

Pontuações elevadas indicam necessidade de avaliação clínica, não diagnóstico automático.

  • Em muitas fontes, 10 ou mais sugere possível depressão.
  • Pontuações acima de 13 são frequentemente tratadas como maior preocupação clínica.
  • O item de autoagressão deve ser avaliado diretamente, independentemente do escore total.
Cuidados

A EPDS não substitui avaliação de risco, psicose puerperal, bipolaridade ou segurança do bebê.

  • Avaliar ideação suicida, pensamentos de autoagressão e risco ao bebê quando indicado.
  • Investigar história de mania/hipomania antes de formular depressão unipolar.
  • Usar tradução e versão apropriadas, preservando a citação exigida.
Pontos de corte
0–9Baixo rastreio para depressao
10–12Possivel depressao
13+Provavel depressao clinicamente relevante
Referências
  • COX, John L.; HOLDEN, Jeni M.; SAGOVSKY, Ruth. Detection of postnatal depression: development of the 10-item Edinburgh Postnatal Depression Scale. The British Journal of Psychiatry, v. 150, p. 782-786, 1987.